Exchanges começaram a restringir negociações de criptomoedas.
- A Jornada
- 27 de set. de 2021
- 1 min de leitura
Atualizado: 4 de out. de 2021
A Huobi Global, fundada em 2013 e atualmente operante em escritórios de Cingapura, Coreia do Sul, EUA e outros países, anunciou que parou de permitir que novos clientes da China registrassem contas.

(The Wall Street Journal) – Dias depois do anúncio do governo chines sobre a proibição das negociações com criptomoedas, as exchanges começaram a restringir negociações de criptomoedas no país.
A Huobi Global, fundada em 2013 e atualmente operante em escritórios de Cingapura, Coreia do Sul, EUA e outros países, anunciou que parou de permitir que novos clientes da China registrassem contas.
Quem já tinha conta na Exchange poderá ficar despreocupado, porque a empresa garantiu que até o final do ano as pessoas irão receber os seus ativos em contas convencionais.
O mesmo aconteceu com a Binance – a maior do ramo – em comunicado a empresa disse que recentemente começou a bloquear registros de contas usando números de celulares da China.
Na segunda-feira, um porta-voz da Binance disse que os usuários na China não conseguem acessar seu site desde 2017, quando ele foi bloqueado. A empresa também disse que seu aplicativo não está disponível na China.
Seu serviço de negociação de criptomoedas peer-to-peer foi lançado em outubro de 2019, de acordo com um post no blog da empresa, que recentemente removeu uma referência aos seus serviços para o mercado chinês.
A postura dura da China em relação às criptomoedas não se aplica diretamente a Hong Kong, que tem sido um local ativo para o setor. Mas a cidade está considerando suas próprias regras, inclusive limitando potencialmente a negociação a investidores profissionais

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