POR QUE PAGAMOS TANTO IMPOSTO? VEJA O MOTIVO.
- A Jornada
- 15 de abr. de 2021
- 2 min de leitura
Atualizado: 18 de abr. de 2021
Se você quer ser um grande investidor, e ter mais comprometimento com você e suas escolhas, sem deixar decisões importantes da sua vida na mãos de outras pessoas é fundamental que você explore um pouco mais sobre o mercado de financeiro. Então, vamos começar entendendo como funciona a POLÍTICA FISCAL.
A política fiscal centraliza suas preocupações nos gastos do setor publico e nos impostos cobrados da sociedade, procurando, por meio de maior eficácia no equilíbrio entre a arrecadação tributária e as despesas governamentais, atingir determinados objetivos macroeconômicos e sociais.
O governo, ao modificar a carga tributária dos consumidores, influencia também em sua renda disponível e, em consequência, no consumo agregado. Tendo de pagar mais impostos, por exemplo, o consumidor é levado a reduzir seus níveis de poupança, e muito provável, a quantidade de bens e serviços que costuma adquirir. Logo, um aumento de impostos tem por contrapartida esperada uma redução do consumo da população (demanda agregada).

Se o governo elevar a cobrança de impostos das empresas, duas importantes repercussões estão previstas: redução dos resultados, o que torna o capital investido menos atraente, e também menor capacidade de investimento, por acumular menores fluxos de caixa, tornando a empresa mais dependente de empréstimos para financiar sua atividade.
Pode-se concluir que alterações na política de cobrança de impostos promovem modificações na demanda da economia para consumo e investimento e identicamente, na situação de equilíbrio da renda nacional.
Por outro lado, gastos maiores nas despesas do governo costumam promover incremento na demanda agregada, alterando de forma positiva a renda nacional.
Sempre que se verificarem alterações na politica fiscal, por meio de impostos e gastos, isso se reflete também no orçamento do Governo.
Por exemplo, ao adotar uma politica de redução de impostos e aumento de suas despesas para incentivar o crescimento econômico pelo lado da demanda, os resultados dessas medidas oneram o orçamento da união, promovendo um déficit. Esse resultado negativo é coberto pelo Governo geralmente mediante a emissão de moedas ou de títulos públicos, aumentando a dívida pública.
No orçamento fiscal do Governo, estão incluídas as receitas tributárias, determinadas pelos diversos impostos e taxas cobras dos agentes econômicos (IR, PIS, IOF, ICMS etc.), e as despesas de consumo e investimento realizadas.
Ocorrendo déficit nesse orçamento, ocasionado por um volume de gastos superior as receitas de impostos previstas essa necessidade deve ser coberta mediante novas emissões monetárias e de títulos públicos, de maneira a promover o equilíbrio do orçamento.
Tanto a colocação de títulos públicos como a emissão de moedas têm reflexos no equilíbrio do sistema monetário, alterando o volume dos meios de pagamento e o nível das taxas de juros do mercado.
CONCLUSÃO
É importante, diante disso, que as políticas fiscal e monetária sejam estabelecidas de forma complementar, minimizando os desequilíbrios que cada uma das políticas econômicas impõe isoladamente aos mercados.

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