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COGNA QUER MOSTRAR QUE O MELHOR ESTÁ POR VIR.

O maior grupo educacional do país, sofreu bastante com os impactos causados pela pandemia do COVID-19, entre as empresas listadas na bolsa de valores no setor de educação, com o prejuízo liquido de R$ 5,8 bilhões - após lucro de R$ 235,2 milhões em 2019.


Mesmo tentando mostrar que a companhia ainda pode reestruturar suas operações, analistas do mercado ainda não se sentem totalmente confiantes ao processo de mudanças prometida pela companhia.


De acordo com a empresa seus números foram impactados principalmente por conta da diminuição de renda das famílias, o que fez com que várias pessoas trancassem a matrícula, ou atrasassem o pagamento.



A XP avalia que a empresa teve um resultado pressionado pelos ajustes em curso de sua divisão de negócios de graduação, e que as dores da reestruturação ainda serão sentidas durante 2021. A expectativa é de um impacto de R$ 143 milhões no resultado deste ano e de R$ 206 milhões no caixa.


No processo de readequação a Kroton, parte da empresa responsável pelo ensino superior, fez ajustes em 45 unidades em 2020: 16 passaram por unificação de campi e 29 tiveram migração de operações por parceiros.


SINAL DE ALERTA


A empresa fechou o ano com uma divida liquida de R$ 2,9 bilhões. De acordo como presidente do grupo o número ultrapassou o teto estabelecido pelo regulamento de debêntures, deixando a empresa alavancada. Para analistas do mercado é provável que a empresa viole as cláusulas estabelecidas na emissão de debêntures.



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