Diem Dollar, a moeda digital que mudará o sistema financeiro!
- A Jornada
- 22 de jul. de 2021
- 2 min de leitura
Essa moeda promete ser muito mais eficaz e estáveis do que as que já estão circulando no mercado, além de permitir que sua aquisição seja bem mais simples do que as outras, bastando apenas ter um celular, internet, conta na rede social e o CPF.

Quem diria que estaríamos vivendo esse momento da história onde as moedas físicas aparentam estar no caminho da “aposentadoria”?
Para quem gosta de videogames (assim como eu) em algum momento da vida já imaginou algo assim, poder fazer compras com as moedas do Super Mário (quem sabe até comprar o castelo da princesa).
E tudo isso começou lá em 2009 com a aparição do primeiro Bitcoin, que para quase todo mundo parecia ser uma brincadeira, mas, no decorrer desses anos essa brincadeira se mostrou muito valiosa, chegando a valer R$ 355, por uma única moeda.
E A MOEDA DO FACEBOOK?

Isso mostra que o mundo está aceitando melhor essa nova realidade, e como ninguém quer ficar de fora desse novo mercado e em 2019 um jovem rapaz chamado Mark Zuckerberg anunciou que a sua empresa Facebook estava desenvolvendo uma moeda digital a Diem Dollar, que inicialmente era chamada de Libra Association.
Essa moeda promete ser muito mais eficaz e estáveis do que as que já estão circulando no mercado, além de permitir que sua aquisição seja bem mais simples do que as outras, bastando apenas ter um celular, internet, conta na rede social e o CPF.
Podemos dizer que essa moeda é mais segura, por ser uma moeda que precisa do CPF para ser obtida, ela pode ser facilmente rastreável. Se a criptomoeda tiver tantos adeptos quanto é esperado, a Diem poderá realmente mudar toda a dinâmica da economia global. Isso porque ela seria uma moeda privada, sob a qual outros países não teriam muito poder de influência. Pensando nisso, seria influenciada por outros fatores — sua valorização não dependerá da economia de apenas uma nação, mas de várias combinações.
QUANDO A MOEDA SERÁ LANÇADA?
Na verdade, desde junho de 2019, o Facebook já havia anunciado a moeda. A expectativa inicial era a de que chegasse ao mercado em meados de 2020. Apesar disso, houve uma rejeição do produto nos moldes como havia sido pensada devido às complexidades que esse modelo traria para a economia. Nessa época, segundo o presidente do Banco Central dos Estados Unidos, Jerome Powell, a moeda trazia sérias preocupações e precisaria de revisão regulatória.
Vale a pena lembrar que, pela primeira vez, teríamos uma moeda privada em circulação mundial, acessível a qualquer pessoa com conexão à internet e uma conta no Facebook e que independesse da economia de um país específico, visto que ela seria cotada com base em uma cesta de títulos internacionais de diversos países somados.
Desde então, algumas das empresas que faziam parte da Libra Association, idealizadora da moeda do Facebook, resolveram deixar a Associação. É o caso de Visa, Mastercard, PayPal e eBay. A Diem, como é chamada agora, ainda tem enfrentado pressão do governo e de grandes nomes do mercado financeiro.
Após as mudanças para atender aos órgãos reguladores, sua reestruturação deixa de ser tão complexa quanto antes e prevê adaptações com o passar do tempo.
Será que esse é o próximo nível das finanças globais?

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