Mercado financeiro aumenta as projeções do PIB, SELIC e inflação: É importante se preparar!
- A Jornada
- 12 de jul. de 2021
- 2 min de leitura
De acordo com os economistas, os juros devem encerrar este ano em 6,63%, acima dos 6,50% esperados na semana anterior. Já para 2022, as apostas recaem sobre taxa de 7,00%, aumento de 0,25 ponto percentual em relação ao estimado anteriormente.

Devido ao cenário de incerteza que o Brasil enfrenta, que a cada dia que passa se torna mais evidente, devido ao aumento da inflação e o risco político. O mercado financeiro chegou à conclusão de que estava mais que na hora de aumentar a taxa Selic para o final do ano de 2021. Os dados foram demonstrados no relatório Focus na manhã desta segunda-feira (12).
De acordo com os economistas, os juros devem encerrar este ano em 6,63%, acima dos 6,50% esperados na semana anterior. Já para 2022, as apostas recaem sobre taxa de 7,00%, aumento de 0,25 ponto percentual em relação ao estimado anteriormente.
Contudo o mercado mantem a projeção de que a taxa Selic continuará com o aumento de 0,75% na próxima reunião de agosto, como aconteceu nas últimas 3 reuniões do COPOM, ou seja, a taxa Selic chegará em 5,00% e a nova alta se manterá até setembro chegando a 5,75%.
Já a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), as estimativas para 2021 continuam aumentando, chegando a sua 14ª semana de aumento, passando de 6,07% para 6,11%. Em 2022, as expectativas são de melhora, reduzindo de 3,77% para 3,75%
No mês de junho, o IPCA aumentou em 0,53% na comparação com maio, abaixo do que era esperado pelos economistas que estimavam uma alta de 0,59 na base mensal. Com o resultado, o indicador acumula alta de 3,77% em 2021 e de 8,35% nos últimos 12 meses.
Com relação ao crescimento da atividade econômica brasileira, os economistas consultados pelo Focus voltaram a revisar para cima suas estimativas, pela 12ª semana, e agora estimam expansão de 5,26%, ante 5,18% na semana passada. Para 2022, as apostas recaem sobre crescimento de 2,09% do Produto Interno Bruto (PIB), contra 2,10% anteriormente.
E para finalizar, em relação ao câmbio a expectativa é que a moeda americana termine o ano sendo negociada a R$ 5,05 e chegue ao fim do próximo ano a R$ 5,20, o mesmo resultado do relatório anterior.

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